Uma data de referência a Luta e a coletividade

O dia da favela, comemorado no dia 04 de novembro, traz em sua bagagem a cultura, diversidade, pluralidade e a coletividade entre os moradores daquela comunidade.

Na periferia, existe gente humilde de coração, pessoas acolhedoras que mesmo em meio às dificuldades impostas pela sociedade, como: desigualdade social, falta de saneamento básico, falta de moradia digna, falta de oportunidades de trabalho para os seus habitantes, conseguem sobreviver, sorrir e lutar pelo pão de cada dia, com coragem e honestidade.

Mostrar a cultura, a diversidade de opiniões e talentos é fundamental para dignificar a vida e talento desses moradores, tão importantes para a sociedade brasileira.

Contexto Histórico

Segundo a definição do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), favela é um conjunto de domicílios com, no mínimo, 51 unidades, que ocupa, de maneira desordenada e densa, terreno de propriedade alheia (pública ou particular) e que não possui acesso a serviços públicos essenciais.

A partir desse entendimento, a favela é descrita por aquilo que não possui, e não pelo que é. É quase consenso descrever a favela por aquilo que lhe falta, além da homogeneização de um espaço diverso, que é encontrado em diferentes paisagens.

As primeiras favelas teriam surgido, no Brasil, no final do século XIX e início do século XX. Surgiram como resultado de uma série de fatores. A política governamental instalada no início do século XX, no Rio de Janeiro, tinha por objetivo eliminar do centro da cidade moradias precárias, como os cortiços, e enviou os cidadãos de baixa renda para áreas afastadas. O êxodo rural, a acelerada urbanização e a industrialização também apresentaram papel fundamental na origem das favelas.

Edição: Daniel  Louzada

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