A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou, na noite desta quinta-feira (21), a criação da Supercopa do Brasil. De acordo com a entidade, a nova competição terá início no próximo ano, em 2020, sendo que o vencedor do Brasileirão e o campeão da Copa do Brasil irão se enfrentar em jogo único, em local previamente definido para a disputada da taça.

A novidade foi apresentada por Rogério Caboclo, atual diretor executivo de Gestão da CBF e futuro presidente da entidade. Segundo ele, a CBF irá apresentar ao Conselho Técnico da Série A do Campeonato Brasileiro algumas mudanças no atual formato do torneio. Rogério Caboclo garantiu avanços na organização e nos níveis técnico e disciplinar da competição.

“Queremos elevar o patamar do Campeonato Brasileiro. Para isso, apresentaremos aos clubes uma pauta integrada, que passa pela arbitragem, pelos aspectos técnicos das partidas e pelo público nos estádios”, afirmou.

Entre as diferentes pautas, a adoção do árbitro de vídeo será um dos pontos cruciais. A Confederação quer assumir, integralmente, os custos com tecnologia e infraestrutura, cabendo aos clubes apenas o pagamento das despesas com o capital humano, como ocorre, tradicionalmente, com as equipes de arbitragem, para as 380 partidas do Brasileiro.

Ainda de acordo Caboclo, outra proposta será a limitação nas trocas de treinadores. Segundo ele, a CBF irá propor aos clubes que possa ser feita apenas uma mudança de técnico durante a disputa da Série A. “Essa medida vai ajudar os clubes a racionalizarem sua gestão e a médio prazo permitirá a redução de custos”, disse.

Por fim, a entidade pretende limitar o número de atletas inscritos a 40, divulgar uma campanha educativa em todas as competições nacionais pelo respeito à arbitragem e às regras do jogo, e um projeto para aumentar o público nos estádios na competição.

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