Neymar saiu de machucado de campo na quarta-feira (23). Logo em seguida o atacante do Paris Saint-Germain passou por exames que apontaram um traço de fratura no quinto metatarso do pé direito, na mesma região que ele operou antes da Copa do Mundo de 2018. Na época, o camisa dez do time francês ficou afastado dos gramados por três meses. Neste domingo (27), ele recebeu em sua casa a visita do técnico Tite, da seleção brasileira, e de Edu Gaspar, coordenador de seleções da CBF.

O problema do craque preocupa. Tanto é que nesta segunda-feira (28), o médico da seleção, Rodrigo Lasmar, também chega à capital francesa e vai avaliar a situação do jogador. O risco de uma nova cirurgia não está descartado, mas também existe a possibilidade de um tratamento convencional. Por enquanto, nem o PSG e nem a CBF falam em tempo de recuperação, mas já é certo que ele vai desfalcar o clube no jogo de ida das oitavas de final da Champions, contra o Manchester United, no dia 12 de fevereiro, na Inglaterra.

Rumores apontam inclusive que é muito difícil que ele se recupere a tempo para a partida de volta, marcada para o dia 6 de março, em Paris, mas existem chances. Após a vitória do PSG sobre o Rennes neste domingo, o técnico alemão Thomas Tuchel foi questionado sobre o caso de Neymar.

“Como eu expliquei no sábado, é muito cedo para falar de uma data de retorno. Temos que esperar pela primeira semana, que é muito importante, e aguardar também a reação dele ao tratamento. Só depois disso é que podemos ser mais precisos. Mas vai ser muito difícil (que ele jogue contra o Manchester United), isso não é um segredo”, disse Tuchel.

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