A permanência do volante Elias, que já havia sido anunciada pela diretoria do Atlético, pode não estar tão certa assim.

De acordo com Eliseu Trindade, pai e agente do jogador, a maneira como ele e o filho vem sendo tratados pelo clube tem incomodado bastante.

A história começou ainda em novembro, segundo Eliseu, quando o Atlético se pronunciou publicamente com a intenção de baixar a folha salarial e o Elias seria um dos jogadores à disposição do mercado, ou seja, fora dos planos do clube.

“O Elias estava de férias, se preparando e meio que foi pego de surpresa. Em dezembro, o Rodrigo Caetano do Inter nos procurou afirmando que já havia tido uma primeira conversa com a direção do Atlético e já existia um acordo entre eles. Por isso, ele (Caetano) estava ligando. Pela autorização dada para entrar em contato com o jogador. Ele apresentou uma proposta, uma excelente proposta. Dois anos de contrato com possibilidade de prorrogação por mais um ano, mediante objetivos. O jogador gostou e deu seu ok. Posteriormente, o Inter colocou a posição do jogador e, segundo consta, o presidente (do Atlético-MG) deu para trás e não quis mais negociar. E aí colocou o jogador em uma situação muito desagradável. O jogador não queria sair, quem ofereceu ao mercado foi a diretoria do Atlético. Quando apareceu a proposta, eles deram para trás. Hoje, o jogador está sem clima. Está em uma situação muito delicada”, finalizou Eliseu.

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