Buscar maior resolutividade no atendimento de urgência e emergência e evitar superlotação dos hospitais durante o feriadão de Carnaval. Esse foi o objetivo da reunião com os diretores dos hospitais da Rede Estadual, na tarde desta segunda-feira (25), no auditório da Sesa, na Enseada do Suá, em Vitória. O encontro foi comandado pelo subsecretário de Estado da Assistência em Saúde, Fabiano Ribeiro dos Santos.

Estiveram presentes aproximadamente 40 diretores de hospitais da Rede Estadual e também filantrópicos. Segundo Santos, a preocupação da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) é evitar uma sobrecarga dos hospitais de todo Espírito Santo durante o feriado.

“Nos reunimos para discutir sobre a ação de contingência no período de Carnaval. É importante a troca de informações e o repasse de contatos entre os gestores de pessoas que estarão de prontidão para atender às demandas que surgirem”, afirmou.

O subsecretário destacou ainda, a necessidade de manter atualizada a relação dos serviços de referência de todos os hospitais da Rede Estadual. Isso para que, a unidade hospitalar porta aberta que receber um paciente, mas não for referência naquele atendimento, faça o procedimento de emergência e possa definir com mais agilidade para onde aquele paciente deve ser encaminhado.

“Estamos aqui para pensar hoje esse trabalho do Carnaval e garantir uma resolutividade maior na urgência e emergência e também na retaguarda”, frisou.

Pediatria

Além dos hospitais que são porta aberta para atendimento adulto, também é preciso garantir atendimento pediátrico durante a folia. Segundo o subsecretário Fabiano, o Hospital Estadual Infantil Nossa Senhora da Glória, em Vitória, é a principal referência no atendimento às crianças.

Ele destacou que, além de ser porta aberta, a unidade tem uma emergência e concentra uma alta complexidade na Pediatria. “Muitos dos problemas que acontecem no Carnaval acometem também as crianças, e precisamos dar conta disso”, frisou.

O plano de ações

– Buscar maior resolutividade no atendimento de urgência e emergência;

– Buscar mobilização de ações no atendimento junto aos hospitais da Rede;

– Reduzir a espera por atendimento nas unidades de emergência porta aberta;

– Fazer gestão dos leitos para liberação da urgência e emergência internação;

– Estruturar todo serviço de apoio técnico para demanda esperada de acordo com a necessidade surgida;

– Definir linha de cuidado para cada unidade para evitar eventos adversos;

– Reduzir o tempo de permanência no serviço de urgência e emergência;

– Hemoes: buscar alternativas para manter o estoque de sangue e derivados;

– Reduzir tempo de complicação na busca por uma unidade de atendimento;

– Organizar fluxo interno dos leitos para retaguarda de internação das OSs;

– Buscar compartilhar informações para racionalizar tempo e recursos.

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